ah
com certeza escreverei aqui sobre alguém que fez meu coração bater mais forte, minhas mãos suarem, minhas ilusões florescerem e meu pensamento atravessar distâncias em seu nome.

mas desta vez escrevo com meu peito aberto. sem lenço nem documento, de frente, do alto. da altura da minha mais pura ignorância, que só ela nos permite crescer mais e mais sem nunca destruí-la.

escreverei aqui sobre o que faço, o que deixo de fazer, o que penso e sinto, mesmo que numa madrugada insalubre, parte da minha tpm de mulher nervosa e sensível. nervosa porque não há quem me aguente (nunca vou parar de sofrer pela ausência do trema!) nesses dias e, se alguém aguentasse, me veria chorando mais vezes do que o normal e suportável.

prestes a uma despedida, então, nem se fala. a maior despedida da minha vida até agora (ainda bem). nunca gostei dessa situação, agora é tão pra valer que dói a cada frase de novela ou abraço de filme. a cada abraço do meu pai, mesmo. eu já estou derramando lágrimas demais aqui, imagine lá, sozinha do outro lado do mundo? não quero nem pensar. mas foi por isso mesmo que escolhi isso pra mim. escolhi crescer de uma vez.

blog novo, vida nova, acho que vou postar aqui as coisas da viagem também.
se tudo der certo, vou dia 27 de agosto e chego dia 28 em Istambul, com direito a Madri e tudo!

beijo

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